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Comunicação Eletrônica:  Dá prá confiar?

Consultor de Plantão 46

 

"Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam da  ineficiência na comunicação".
                                                                                                            
Peter Drucker

Você, enquanto lider de uma equipe de trabalho ou gestor de alguma atividade que envolva pessoas, já parou para pensar na importância da confiabilidade da informação nestes dias em que uma mensagem, em poucos segundos, pode dar dezenas de voltas por todo o planeta?   Se ainda não pensou, cuidado!  Pode se meter em mil enrascadas pela falta de precauções quanto à sua forma de tratar as  mensagens  que  chegam até você, pois vivemos num momento de grande conturbação quanto à qualidade da comunicação por conta do avanço da tecnolocia.  Os comunicadores de plantão que se cuidem!

                                                                                              *Luiz Roberto Bodstein

 

Apesar do tanto que se tem escrito a respeito dos problemas de comunicação nas empresas, parece que não há nada a fazer para garantir que sua gravidade seja atenuada e possamos, no mínimo, nos precaver contra situações das mais complexas onde uma interpretação semântica equivocada ou a dúvida quanto a autoria de uma mensagem pode nos levar.  Na semana passada mesmo recebi uma mensagem cujo título eu desconhecia, que trazia Clarice Lispector como autora.  Admirador que sou da escritora, abri o texto para a leitura e qual não foi minha surpresa quando constatei que o conteúdo era bastante conhecido:  fora escrito no final da década de 70 por Marina Colassanti, e seu verdadeiro título é "Eu sei, mas não devia".    Não tive qualquer dúvida quanto à autoria do texto porque eu fui um dos que foram agraciados com ele por ocasião de sua publicação em primeira mão pela autora em um conhecido jornal do Rio de Janeiro, do qual ela era colunista na época, e acho inclusive que ele foi decisivo para projetar a escritora em nível nacional.  Até hoje tenho o texto comigo, transcrito do jornal desde áquela época. Clarice Lispector, falecida em 1977, possivelmente jamais chegou a lê-lo e, de onde está, deve ter gargalhado aos bortotões por terem-no incorporado às suas obras literárias.

Aliás, atribuir autorias de textos a pessoas que nunca sequer pensaram o que o conteúdo apresenta tem sido uma prática comum desde que, com o advento do correio eletrônico, a comunicação instantânea de massa passou a fazer parte do cotidiano de milhões e milhões de pessoas.  Escrevem-se e se divulgam mensagens com a velocidade do próprio pensamento humano, o que torna praticamente impossível exercer qualquer controle sobre a qualidade daquilo que lemos, vemos ou ouvimos, pois a tecnologia facilita a manitpulação de textos, sons e imagens da forma que o desejemos.  É tão simples, não?  Recebe-se a notícia, principalmente sob a assinatura de alguém de peso que ajuda a emprestar-lhe um efeito de legitimidade, clica-se sobre o "Encaminhar", acrescenta-se a palavra "Repassando" em cima, e pronto:  lá vai mais uma mentira assinada por um "monstro sagrado" de credibilidade inquestionável, percorrendo o mundo!

Pessoas famosas, comunicadores de massa e escritores conhecidos são vítimas permanentes de "autorias" que se lhes atribuem todos os dias, sem que praticamente nada lhes reste fazer a não ser desmenti-las a cada momento. Jornalistas, então, nem se fale:  é rara a semana em que não recebo denúncias bombásticas atribuidas a algum deles, como é o caso do Arnaldo Jabor, a quem já abribuiram autorias das mais fantásticas e inimagináveis.   Um tal "Decálogo de Lenin", que teria sido elaborado pelo líder comunista russo para dominar o estado pelo exercício do poder a longo prazo, e supostamente praticado por aspirantes a ditadores do mundo inteiro, já circulou pela Internet e, por algum momento, até me conseguiram convencer que fosse real.   Isto porque ninguém consegue ter domínio sobre todas as nuances da história mundial, nem possui elementos técnicos suficientes para identificar a verdadeira autoria a uma simples leitura, a menos que seja um especialista em suas obras e reuna qualificações muito específicas para isso.

Mas ao cidadão comum resta pouco a fazer, a não ser munir-se de algumas regras e precauções para não ser enganado ou, o que é pior, funcionar como inocente útil para a difusão do boato que se pretende espalhar pela mais variada gama de motivos, que tanto se preste a provocar um significativo desequilíbrio de cunho político, desestabilizar algum "status quo" que não agrada ao boateiro ou, simplesmente, diverti-lo pelo número de "trouxas" que vão se arrepiar com o conteúdo da farsa, para mero prazer de um ego doentio que se auto-massageia com tais situações. É uma forma de dizer que prestam para alguma coisa, ainda que seja mexer com a emoção de tanta gente ao mesmo tempo.   Imagino que, para tais mentes, a tecnologia empresta uma enorme sensação de poder, mesmo para os que não desenvolveram o mínimo de talento para fazer qualquer outra coisa.

Mas que regras e precauções, então, seriam essas que nos poupariam - ou ao menos nos reduziriam o risco - de sermos vítimas constantes dessa praga da mentira eletrônica a que estamos todos sujeitos hoje em dia?  Eu não acredito em fórmula que se aplique a todos os casos, mas adotei algumas regras que têm me ajudado muito, e certamente podem atenuar uma série de problemas nos quais estaríamos envolvidos se não tomassemos tais medidas, evitando que nos vejamos mergulhados até o pescoço em situações que absolutamente não nos dizem o menor respeito.  No meu caso o primeiro passo foi identificar da forma mais clara possível o meu papel pessoal em relação ao assunto que me chega, depois estabelecer um procedimento padrão para lidar com determinados conteúdos e, por fim, estar atento para identificar o tema e direcioná-lo apenas para quem entenda do assunto, antes de levá-lo à sério.  

Vou exemplificar.  Antes, se eu recebesse, por exemplo, uma mensagem que fizesse uma denúncia que eu considerasse séria -  fosse de cunho político, social ou profissional - eu tratava de espalhar a notícia para o maior número possível de pessoas, de forma a chegar àquelas que poderiam fazer alguma coisa para impedir ou interromper o efeito indesejado que a mensagem denunciava.   Taí o verdadeiro efeito desejado  pelo criador do boato:  fazer a notícia se espalhar e impactar a maior massa humana que possa.  E aí você, espalhador da notícia, como fica?  Simplesmente se prestando a massa de manobra e, muitas vezes, recebendo um bombardeio de críticas dos que estivessem melhor informados.  Na melhor das hipóteses, uma situação bastante desagradável.   Acontece que o boateiro conta com sua emoção para usar você como instrumento para seus propósitos.  Se a mensagem fosse política, ele queria mexer com seus brios de cidadão ultrajado.  Se fosse humanitária ou de cunho religioso, sacudir seu coração solidário com o sofrimento humano, e assim por diante.  Esse é o mecanismo para fazer você adotar exatamente o comportamento desejado: espalhar o boato para um grande número de pessoas em escala geométrica. 

A partir de algumas situações em que me senti um perfeito idiota ao me constatar vítima de artimanhas para me prestar a tais propósitos, introduzi na minha rotina de leitor de mensagens um questionamento obrigatório:

1) "Qual o personagem que desempenho nessa estória?"

    Se o conteúdo era uma "denúncia" de cunho político, por exemplo, e fazia ferver o meu sangue de cidadão, eu primeiro me perguntava se eu reunia todas as qualificações necessárias para avaliar a situação descrita ou tomar alguma ação para evitar a ameaça anunciada.   Se uma das duas situações não estivesse presente, eu passava ao segundo questionamento:

 

2) "Quem, dentre as pessoas que conheço, pode avaliar tal assunto com mais propriedade, ou tomar alguma ação efetiva a respeito?"

    Identificada a pessoa ou as pessoas, a estas - e tão somente a estas - eu direcionava a mensagem para que, com seu conhecimento,  pudessem fazer uma avaliação mais criteriosa e, se fosse o caso, tomar as medidas que a situação requeresse. Isso não tem nada a ver com "lavar as mãos" em relação ao conteúdo.  Significa apenas uma constatação responsável e madura de que tais pessoas - pela sua posição, conhecimento ou área de atuação - podem fazer alguma coisa, e você não.  Via de regra essas pessoas me oferecem algum feedback quanto à confiabilidade ou não do conteúdo da mensagem.

 

Com isso consegui evitar muitas vezes ser envolvido com um sem-número de pessoas e uma igual quantidade de situações sob as quais não possuia qualquer controle, simplesmente separando bem o meu papel de responsável ou não pela ação requerida. Eu antes distribuia, por exemplo, um boletim de defesa de direitos e cidadania simplesmente porque, como cidadão, sentia o sangue ferver frente a situações de desrespeito e queria promover uma reação e estimular a auto-defesa das pessoas, sem no entanto estar qualificado para fazê-lo por não ter na política a minha praia, não ser cientista social para conhecer o assunto em profundidade, e nem sequer ter reunido todas as informações pertinentes (o que é praticamente impossível hoje em dia) para formar juízo mais apropriado sobre o assunto.

 

Com os questionamentos, comecei a me auto-avaliar na minha capacidade de ação efetiva, e não na da reação emocional:  "Eu sou o que, afinal?  Do que entendo?  Isso é minha praia?".   Bem, eu sou Consultor Organizacional.  Entendo é de organizações empresariais e seus processos, não de política, muito menos de ação social a não ser aquelas adotadas pelas empresas.  Então é nisso que devo me concentrar, para não tomar partido pelo lado errado, nem envolver outras pessoas sobre algo sobre o qual eu não sei o suficiente sequer para mim mesmo.  Dito e feito:  suspendi o boletim de defesa de cidadania (o "Alerta Cidadão"), e me concentrei no de processos organizacionais, o "Consultor de Plantão", que é do que eu entendo e sei que posso fazer bem.  E ponto!  

 

Hoje, se recebo uma notícia sobre um tema que não domino, nada de "Repassando" sobre o texto e clicar no "Encaminhar" para todo o meu catálogo de endereços.  Mas busco nele quem entende bem da coisa, e envio.  Ele saberá como fazer muito melhor do que eu e outros curiosos o fariam.   Se o assunto merece mais comentários ou conhecer-se a opinião de mais pessoas a respeito, eu posso discutí-lo com meus alunos em sala de aula, buscar mais informações sobre como ele atinge meus clientes, parceiros ou as empresas com as quais estou envolvido sem, no entanto, extrapolar os limites da minha alçada - tanto no que toca ao conhecimento quanto às ações requeridas - e me concentrar naquilo de que entendo bem.  Descobri que é um erro enorme acharmos que, para não sermos omissos em relação ao universo político e social que nos rodeia, precisamos nos meter em tudo e militar implacavelmente em todas as áreas de conflito que atinjam a humanidade.  Nada mais pretencioso e equivocado!  Posso ser muito mais útil enquanto cidadão - exercendo com toda minha plenitude meus direitos e cumprindo meus deveres - quando exploro todo o potencial de que disponho dentro da minha área de atuação, que é um palco extremanente rico para reproduzir todos os conflitos que se estendem a todas as áreas do conhecimento, sem que eu precise navegar em águas nas quais posso afundar na primeira virada do barco.   Afinal, cada macaco no seu galho, é ou não é?

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* Luiz Roberto Bodstein é Consultor de Organizações, especialista em Desenvolvimento Gerencial e Humano, Sistemas de Gestão pela Qualidade e em Planejamento Estratégico.  Consultor, Instrutor e Conferencista pelo SEBRAE, IBQN-Inst.Bras.Qualidade Nuclear e Fundação Getúlio Vargas.

 

 

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Uma pequena síntese sobre teses e antíteses

LRBRevista  nº 24

Por conta do incremento da tecnologia de informação, que transformou o mundo numa aldeia de costumes globalizados, mas de pensamentos cada vez mais contraditórios, a maior das crises que vivemos hoje é a da informação.  A rapidez com que nossas idéias dão milhares de voltas no planeta em poucos segundos faz com que, mais do que nunca, se acirrem disputas e se criem confrontos, numa guerra interminável entre ser e não ser, conceito e preconceito, fatos e boatos, realidade e fantasia.

Entre bilhões de conceituações que circulam todos os dias pelos canais de comunicação aos quais todos têm acesso, ninguém mais sabe hoje se a informação que lhe chega é confiável ou não, se a última confirmação é definitiva, ou se alguém logo em seguida apresentará alguma evidência (também discutível) de que o conceito está equivocado, a autoria é falsa, e se podemos nos posicionar a favor, contra, ou muito pelo contrário.  

Enfim, o mundo da informação de hoje é uma enorme balbúrdia que a todo instante promove enormes “imbroglios” na busca de uma pretensa verdade que se deseja descobrir, e para a qual ninguém – porque ela não tem donos – consegue encontrar a última resposta.  

Pensando nisso foi que tomei a decisão de convidar para uma reunião, num único local e num  único momento, os diversos pensadores e filósofos de todas as correntes a que tive acesso (alguns famosos e consagrados, outros apenas cidadãos comuns e anônimos que também queriam apresentar suas visões) e conhecer suas percepções a respeito dessa crise de informação do nosso mundo moderno.  Abaixo o resultado do debate que se efetivou nesse encontro onde, como anfitrião, me atribuíram o papel de mediador (as minhas falas no debate estão identificadas com minhas iniciais LRB): 

LRBSenhoras, senhores, obrigado por terem vindo para discutirmos sobre a dificuldade que temos hoje para definir o que pode ou que não pode ser tomado como verdadeiro neste momento tão conturbado do planeta. Toda a contribuição que fizerem será altamente enriquecedora e o fórum está aberto para a opinião de todos. 

Albert Einstein:Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito! 

Charles Chaplin:Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas. 

Sejas casto como o gelo, ou puro como a neve, não escaparás à calúnia! - complementou Shakespeare, repetindo a fala de seu personagem Hamlet. 

Bill Cosby aproveitou a deixa:

Não conheço a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todo o mundo!

LRB: É verdade! A questão é que... 

Toda unanimidade é burra! – completou Nelson Rodrigues, não me deixando completar a frase.

Um desconhecido interferiu:

– Não é possível alterar a natureza das pessoas, nem mesmo com treinamento.  Não tente ensinar um porco a cantar: você vai acabar frustrado e será irritante para o porco. 

LRB: Bem, partindo desse princípio você está afirmando que até o conceito que temos de liderança é discutível, já que o líder não tem poder para interferir de forma efetiva no  “modus operandi” de seus liderados que não pensam da mesma forma que ele... 

Líder é aquele que diz o que faz, e faz o que diz, ou seja, dá o exemplo! – esclareceu Karen Griesang. 

Eistein seguiu a mesma linha:

Conhecimento é experiência.  O resto é mera informação.    

LRB: Vocês estão dizendo que existe uma preocupação excessiva em tentar entender as coisas, ao invés de vivenciá-las para comprovar ou não sua validade, é isso? 

Clarisse Lispector foi rápida na resposta:

Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo entendimento. 

Não satisfeito, eu ainda retruquei:

Mas sempre haverá quem não aceite até mesmo a experiência de vida, já que tem sua idéia formada a respeito e ignora qualquer conceito diferente do que ele já criou para si... 

Um ouvinte que eu não identifiquei, concordou:

Para quem acredita, nenhum argumento é necessário. Para quem não acredita, nenhuma evidência é suficiente, isso é fato! 

José Saramago fez sua observação bem dentro da retórica anterior: 

Tolerar a existência do outro e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco. Quando se tolera apenas se concede, e essa não é uma relação de igualdade, mas de superioridade de um sobre o outro.  Deveríamos criar uma relação entre as pessoas da qual estivesse excluída a tolerância e a intolerância. 

Voltaire reagiu à última frase de Saramago:

Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las.  

Albert Camus veio em reforço de Saramago:

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, não fazemos, ou impedimos de fazer. 

Eduardo Galeano tentou amenizar o clima de desacordo:

– Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos. 

Jean Paul Sartre percebeu que havia uma forma inteligente de harmonizar a aparente discórdia, e complementou, com aquele seu sorriso ao mesmo tempo irônico e inteligente:

Não importa o que fizeram de você, mas sim o que você faz com o que fizeram de você.  

Voltaire deu sinais de aceitar o esforço dos companheiros para reduzir o clima de confronto, mas ainda resmungou entre dentes, como se para reafirmar sua posição:

Apenas os gênios e os idiotas simplificam com facilidade.  

Francisco de Assis, na sua serenidade de homem santo e apaziguador, não interferiu diretamente na discussão, mas pude ouvi-lo replicar, como numa prece:

Senhor, conceda-me coragem para mudar as coisas que podem ser mudadas, resignação para aceitar as que não podem e sabedoria para distinguir uma da outra. 

Alguém, que eu não vi quem foi, completou com sabedoria:

– Verba vanent, scripta manent.  (O falado se vai, o escrito fica.) 

Um outro, que entendeu o latim do primeiro mas já estava no fim de sua paciência para tomar algum partido, resmungou, com intraduzível impaciência:

Ego sum bagus plenus! 

A esta expressão o meu amigo Paulo Bandeira, bem ao meu lado, reagiu:

Fornicatus sumus!

.o0o. 

(As citações pertencem aos autores mencionados, ou lhes foram atribuídas... ou me afirmaram que eram e podem não ser uma coisa nem outra, pois, a essa altura, ninguém mais sabe de coisa alguma!)

Luiz Roberto Bodstein

 

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 Comentários de Leitores sobre este texto 

Prazer em conhecer! Que pérola este teu texto, meu amigo! Nem vou comentar nada...rss; Apenas agradecer. Felicidades!      Lucilla  meridius@superig.com.br 

Resp.:  Obrigado, Lucilla, também me deu grande prazer escrevê-lo como uma sátira a esse bombardeio de opiniões e interpretações de que somos vítimas todo o tempo e que, longe de nos trazer algum esclarecimento, só servem para nos confundir mais ainda sobre onde se escondem as verdades. Beijos.  Luiz Roberto

 

Caro Luiz Roberto. Gostei, parabéns!  Abraço, João Pedro.      João Pedro Martins  jp@hariel.com.br  

Resp.:  Oh, meu amigo!  O simples fato de o texto ter servido para você dar notícias já foi de grande valia!  Sua opinião é sempre preciosa, ainda que rara!  Talvez até preciosa porque rara!  Um grande abraço! (e não se faça presente tão raramente, rsrsrs!!!).  Luiz Roberto

 

Prezado Luiz:  Estou necessitado da seguinte informação: POR QUE SÓ AGORA ESTAMOS DESFRUTANDO DO TALENTO DO CONSULTOR DE PLANTÃO?  Muito grato.  Delto Oliveira  delneis@uol.com.br

Resp.:  Puxa, Delto, faça uma pergunta mais fácil (rsrsrs!). Não sei lhe responder porque você não estava aqui desde o início.  Sei que todo mundo que soube e pediu para entrar, está aqui!  Que bom que você agora também está.   Abraços.  Luiz Roberto


* Luiz Roberto Bodstein é Consultor de Organizações, especialista em Desenvolvimento Gerencial e Humano, Sistemas de Gestão pela Qualidade e em Planejamento Estratégico.  Consultor, Instrutor e Conferencista pelo SEBRAE, IBQN-Inst.Bras.Qualidade Nuclear e Fundação Getúlio Vargas. _._,_.___